quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Rede Minas é pioneira na interatividade na TV digital

Rede Minas é pioneira na interatividade na TV digital

Em dezembro, a Rede Minas e a Secretaria de Cultura de Minas Gerais lançam projeto pioneiro no estado de interação em TV digital, que vai possibilitar que o telespectador interaja com a programação da emissora, aproximando-a do seu público e enriquecendo as formas de acesso ao conteúdo audiovisual. Para a TV Pública a televisão digital deve ser explorada em todo seu potencial, não apenas na qualidade da imagem, mas também na interatividade e, futuramente com a possibilidade multiprogramação – disponibilizando canais simultâneos com conteúdo diversos.

Exemplo da tela de interatividade.

Exemplo da tela de interatividade.

A interação acontecerá por meio do sistema dos aparelhos de TV digital aberta e permitirá que telespectador navegue, utilizando o controle remoto, por conteúdos institucionais da emissora e de seus programas. Além disso, será possível acessar informações dos canais de relacionamento com a Rede Minas, como as redes sociais e o fale conosco. A princípio, o portal de interação estará disponível na programação da emissora na TV digital aberta, na região metropolitana de BH.

E o público infantil não vai ficar de fora. O próximo lançamento vai contemplar conteúdos interativos especiais para as crianças que acompanham os personagens do Dango Balango. Serão disponibilizados conteúdos do programa, além de um jogo inspirado no mundo dos personagens Druzila, Joduca e Sdruvs.

A previsão é de que, durante 2017, as atrações da Rede Minas passem a integrar, gradativamente, a programação interativa, como já acontece atualmente com o programa Mulhere-se.

Como usar

Entenda quais botões do controle você deve usar para navegar no portal.

Veja no gif abaixo como funciona a interação.

gif_interatividade_tvdigital

Desenvolvimento

O projeto, que é pioneiro entre as TVs públicas do país, foi desenvolvido pelo Núcleo Transmídia da emissora, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, e funcionará como um guarda-chuva para outras funcionalidades e aplicações que poderão ser amplificadas futuramente. O público já teve um contato inicial com o desenvolvimento das ferramentas tecnológicas do projeto durante o evento TV Digital: Experiências de Interatividade, realizado pela Rede Minas, que debateu a produção de conteúdos audiovisuais não-lineares e interativos.

Para levar os recursos interativos ao ar, o Núcleo Transmídia da emissora utilizou a tecnologia Ginga, que está presente em aparelhos de TV que suportam o novo padrão do Sistema Brasileiro de TV Digital.

 

 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Preço do conversor com Ginga levanta suspeitas entre fabricantes

             Estamos à beira de uma compra gigantesca de conversores pela EAD - empresa de Administração - responsável pela compra e distribuição de conversores, sua logística de entrega, entre outras obrigações referentes ao esforço de migração para o sinal digital da TV aberta brasileira.

             Serão cerca de 6 milhões de conversores disponibilizados para SP, BH, Goiânia, Rio de Janeiro, etc. Esta compra, se se confirma este numero,  perfaz a metade do numero total de conversores a serem adquiridos ate 2018.

             Entretanto, deixado de lado a questão do numero absoluto, temos sido informados de que a negociação da NET com os fabricantes tem sido exaustiva, como deveriam ser, digo.  Esta no valor piso destes valores,  a celeuma. A diferença, dizem os da manufatura,  chega a quase 20%  entre o preço da unidade mais baixo oferecido pelas empresas de hardware e o aceito pela compradora.

             Alguns em Taiwan  alimentam rumores que a posição da NET e premeditada na medida em que impõe o preço do piso unitário como garantia de que orçamento da EAD o suportaria, mas, na verdade,  querem se empoderar de argumentos como este para voltar a comprar Zappers, as caixinhas sem Ginga.

             Hoje temos reunião do GT-Rx do Gired. Números serão mostrados a todos. Vamos conferir e velar.

sábado, 10 de setembro de 2016

O Ginga veio para ficar. Mudanças só com a Granero

Folha presta um desserviço à sociedade a denegrir de modo mentiroso o Ginga

Covardia. Infâmia. Falácia.
Alguém reparou que por trás destes argumentos sórdidos e mentirosos publicações ontem na" Folha de São Psulo"  está o interesse de quebrar a espinha dorsal de um projeto que não tem nada de político ( aliás o PT oficialmente, nunca apoiou este projeto nem o governo anterior, exceto pela ação do então Ministro Berzoini que publicou portaria no sentido de incluir o Ginga nos conversores para os beneficiários do Bolsa Família. )
Mas foi o ministro Kassab quem tomou a decisão de entender, através de portaria em vigor que o Ginga nas caixinhas deveria ser estendido ao público do Cadastro  Único perfazendo um total de 12 milhões de famílias no Brasil
SEM INTERNET. Isto significa levar aplicativos e vídeos interativos ( projeto idealizado e criado como linguagem de programação pela equipe do professor
Luiz Fernando Soares da PUC-RJ. e que reconhecido como recomendação de Middleware pela UIT - União Internacional de Telecomunicações em Genebra,Suíça.) a todo este contigente populacional de cerca de 60 milhões de brasileiros , cerca de aproximadamente 27 % da populacao brasileira, claro sem considerar que somados aos outros 20%  mais pobre, só tem conexão através de através de contratos de serviços telefônicos pré-pagos e portanto, praticamente utilizando-os para uso de chats como o Aplicativo WhatsApp.
É claro que as operadoras querem destruir o Ginga. Ele leva a digitalização para as telas das TVs de tubo e/ou digitais Flat GRATUITAMENTE. Ou seja,a população recebe os aplicativos  e vídeos interativos transmitidos pelas emissoras de TV Digital  nas telas de seus aparelhos através das caixinhas conversoras que estão sendo oferecidos neste processo de migração da TV Digital que começa agora em outubro em Brasília, estendendo-se a todas as capitais brasileiras e principais cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes até dezembro de 2018.
Devemos deixar claro que:
1. As empresas fabricantes de TV digital no Brasil não querem uma concorrência  gratuita a seus produtos pagos embutidos em lojas eletrônicas próprias em seus aparelhos  que são na verdade, fabricados globalmente. Ou seja, as smart TVs já vem com a lojinha ( um Portal com oferta de venda de produtos), mas que precisam ser conectadas a Internet. ( este público de baixa renda então estaria fora deste processo o que significa uma incoerência ) .
2. Com este processo da TV Digital Interativa grátis as empresas de telefonia  estão deixando a descoberto que não cumpriram as regras da ANATEL de levar a Banda Larga de modo universal, massivo é competitivo a todo o Brasil ( regras criadas ainda no Gov. Fernando Henrique ).
3. O primeiro quesito também, por analogia, levam as as empresas de telefonia, donas de  canais a cabo ou satelitaris , todos pagos, a se sentirem ameaçadas por este sistema gratuito que também podem levar filmes gratuitos em portais transmitidos pelo ar pela TV Digital. Isto interessaria não
Apenas ao Público de baixa renda, mas a toda população, não é?
4. O custo do Ginga é irrisório para as empresas de hardware, chegando a custar menos de um dólar por unidade de licenças que são pagas aos desenvolvedores deste software Ginga, todas empresas brasileiras, mantendo a tecnologia brasileira, dando empregos no Brasil.
5. O número de aplicativos ainda é baixo por que só agora, depois da decisão do ministro Kassab de incluir o Ginga nas caixinhas conversoras para 12 milhões de famílias vai se tornar uma realidade  viável. O processo de migração da TV Digital também está começando agora o que faz com que tudo se torne perfeitamente possível com o aumento concreto na oferta de mais aplicativos e vídeos interativos por órgãos do governo federal, estadual e municipal, empresas públicas e privadas.
6. Este projeto poderia alcançar 4 bilhões e 600 milhões  de pessoas sem INTERNET no mundo. 78% por cento delas tem TVs em casa.
Apenas 31% de todas as residências no Planeta tem INTERNET e, pasmem, no século XXI , 1 bilhão de pessoas não tem energia elétrica em suas residências.
7. Um grande projeto que se for desenvolvido com
Parcimônia e inteligência, resultará numa real inclusão digital, pois a preconizada pela indústria da informática e seu ecossistema só chega realmente aos nichos desenvolvidos do planeta. Todos nós gostaríamos que todos indiscriminadamente, pudessem receber a INTERNET em casa,
Porém só no Brasil a média considerada aceitável para termos cerca de 2Mb de trafego disponível em todo o País é de 200  bilhões de reais ( cálculos que certamente subiram em 2015 com o aumento do dólar ) No mundo são números na casa dos trilhões de dólares, dinheiro que ninguém tem, nem governos nem a iniciativa privada.
Para concluir, esta matéria é realmente parcial e mentirosa, com argumentos falaciosos e totalmente tendenciosa.
Entretanto serve de alerta para que estas questões sejam postas à luz para que todos os brasileiros possam ter conhecimento de que seus cientistas têm realizações cuja contribuição são extremamente relevantes, merecendo o respeito de toda a comunidade internacional.
O Ginga poderá ser usado, inclusive como browser na próxima geração de TV Digital que permitirá a total Convergencia com a Internet sem perder suas características de simultaneidade de recepção na transmissão da informação, sua gratuidade e especialmente a capacidade de transmitir dados, aplicativos e vídeos interatitivos de caráter educativo, de capacitação Profissional e de serviços de saúde, movimentação bancária, de programas de habitação, saneamento,  segurança ao lado dos serviços de Internet, com toda sua majestade e cujo interesse só tende a crescer até o limite dos interesses em jogo, alguns inconfessáveis e de resultados imprevisíveis.
E.T. Quem desenvolveu o projeto, idealizado pelo
prof Luis Fernando Soares de utilização do Ginga através da linguagem NCL em aplicativos e vídeos interativos, testados em João Pessoa  na Paraiba e no Distrito Federal, com apoio de universidades públicas e privadas, de dezenas de empresas de transmissão software e hardware privadas e do Banco Mundial, com o nome de Brasil 4D  foi a Empresa Brasil de Comunicação -EBC com mais 200 famílias e por cerca de três meses cada uma delas. O relatório do World BanK/Brasil 4D pode ser facilmente encontrado na Internet.
Assim a pesquisa mencionada pelo jornal A Folha de São Paulo não passa de um engodo realizada em Recife com apenas 10 casas, sem qualquer capacitação plausível do público para seu uso doméstico,  cuja metodologia nunca seria aceita por organizações do porte do Banco Mundial como efetivamente o foi a do Projeto Brasil 4D da EBC.