quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Projeto Mars One já mais mil candidatos



Colonização de Marte tem mais de mil candidatos
Se for bem sucedida, a companhia holandesa Mars One será a primeira iniciativa, tripulada ou não tripulada, a explorar outro planeta

/Bryan Versteeg /Imagem cedida pela Mars One

Colonização do planeta Marte: a Mars One vai selecionar, em várias fases, os 24 colonos que devem viajar a Marte em seis grupos de quatro pessoas


Mais de mil pessoas foram pré-selecionadas para formar parte de um grupo de primeiros colonos do planeta Marte, em 2025, informou nesta quinta-feira a companhia holandesa Mars One, autora do projeto.

A seleção foi realizada a partir de 200 mil pessoas, de 140 países, que se inscreveram para fazer parte da primeira onda de colonização do Planeta Vermelho. No total, 1.058 candidatos passaram à segunda fase da seleção, segundo a Mars One.

"O desafio com os 200.000 inscritos era separar os que pensamos ser capazes - mental e fisicamente - para a missão de embaixadores humanos em Marte dos que não levam o desafio a sério", disse Bas Lansdorp, fundador e presidente da Mars One.

A Mars One vai selecionar agora, em várias fases, os 24 colonos que devem viajar a Marte em seis grupos de quatro pessoas.

Os colonos, que jamais poderão regressar à Terra, deverão viver em pequenos habitats, encontrar água, produzir oxigênio e cultivar seus próprios alimentos.

O projeto enfrenta muito ceticismo, mas entre seus apoiadores está o Nobel holandês Gerard 't Hooft, ganhador do prêmio de Física em 1999, que aparece em um vídeo promovendo a Mars One no site de financiamento coletivo Indiegogo.

Até agora, as agências espaciais ao redor do mundo só conseguiram enviar sondas robóticas a Marte, sendo a última a Curiosity, da Nasa, estimada em US$ 2,5 bilhões, e que pousou no Planeta Vermelho em agosto de 2012.

Se for bem sucedida, a Mars One será a primeira iniciativa, tripulada ou não tripulada, a explorar outro planeta.

Novo padrao G-FAST entrega internet rápida via fibra óptica por redes de cobre


A próxima geração de DSL pode transmitir 1Gbps através de fios telefônicos de cobre




Um novo desafio tem atormentado os provedores de internet. Projetos como o Google Fiber conseguem entregar uma banda larga de altíssima velocidade a diversas casas, porém exigem a instalação de uma nova infraestrutura de rede. Isso pode acabar se usarmos um novo padrão chamado G.fast. Ele entrega internet rápida via fibra óptica através das linhas telefônicas já existentes.

Versões antigas da tecnologia DSL conseguiam oferecer conectividade de banda larga através das linhas telefônica existentes graças a uma técnica especial – uma modulação que permitia que dados e voz compartilhassem o mesmo cabo em frequências diferentes (DSL a 25 a 1104 KHz e voz entre 30 Hz a 4 KHz). No entanto, há um limite de dados que um único fio de cobre consegue transportar. Isso limita o padrão atual, VDSL2, a apenas 100 Mbps em uma largura de banda de 30 MHz.

O G.fast, por outro lado, usa uma porção muito maior, de 106 MHz, para entregar velocidades de até 1Gbps – a mesma velocidade atingida pelo Google Fiber. No entanto, o novo padrão não é perfeito, já que sua faixa superior de frequência se sobrepõe ao espectro de rádio FM, o que pode causar interferência.


Além disso, sua faixa ampla de frequência gera uma grande quantidade de linhas cruzadas entre os próprios fios. E, como o VDSL2, as provedoras de internet podem potencialmente cortar a velocidade máxima da internet pela metade (ou seja, para 500 Mbps) devido a restrições financeiras e técnicas. Ainda assim, mesmo a metade da capacidade do G.fast é 5x mais rápida do que o limite máximo de seus antecessores.

O padrão G.fast deve ser finalizado em algum momento do ano que vem, e pode começar a ser implantado a partir do começo de 2016. 

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