quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Facebook pode sair do ar nesta sexta, dia 04


Facebook corre risco de sair do ar no Brasil
O site poderá sair do ar nesta sexta no país caso a empresa não cumpra uma decisão judicial publicada na quarta-feira, 02, pela Justiça paulista
Silhueta de um homem contra o logo do Facebook

Dado Ruvic/Reuters
Facebook: o Facebook Brasil informou que “tem por política cumprir ordens judiciais para bloqueio de conteúdo desde que tenha especificação do conteúdo considerado ilegal”
O site do Facebook poderá sair do ar no Brasil nesta sexta-feira, 04, caso a empresa não cumpra uma decisão judicial publicada na quarta-feira, 02, pela Justiça paulista. A medida, anunciada pelo juiz Régis Rodrigues Bonvicino, da 1.ª Vara Cível de São Paulo, determina a retirada de comentários envolvendo a apresentadora de TV e modelo Luize Altenhofen.
No início do ano, ela fez supostos comentários ofensivos em redes sociais da internet contra um vizinho que acusa de ter agredido seu cachorro. Um dos cães da artista teria invadido o jardim do cirurgião dentista Eudes Gondim Júnior, no Butantã, bairro na zona oeste da capital paulista.


Segundo o advogado Paulo Roberto Esteves, que defende Gondim, o cão teria ameaçado os filhos pequenos de seu cliente, que se defendeu com uma barra metálica, batendo no animal, que não morreu. Altenhofen teria se vingado de Gondim, de acordo com Esteves, batendo com seu carro no portão do dentista.
“Quando ela repercutiu a notícia no Facebook isso se espalhou rapidamente, e várias outras pessoas, inclusive artistas, foram dando opiniões agressivas. Na ação indenizatória por danos morais, pedimos que o juiz concedesse a tutela para retirar essas expressões ofensivas da internet. Havia até uma foto dele com uma faixa escrito assassino. O endereço dele também foi divulgado na rede social”, diz o advogado.
Ao longo do processo judicial, o Facebook solicitou que fossem indicados os endereços das páginas que a defesa de Gondim queria que fossem removidas do sistema. Segundo o despacho do juiz, Gondim juntou os endereços eletrônicos e os encaminhou para o Facebook. Contudo, no dia 31 de julho, a empresa “afirmou que não é responsável pelo gerenciamento do conteúdo e da infraestrutura do site”.


O juiz Bonvicino escreveu que “se o Facebook opera no Brasil, ele está sujeito às leis brasileiras”. O magistrado considera que a postura da empresa “torna-se ainda mais sombria” se confrontada com o próprio pedido do Facebook para que o requerente informasse, por meio do processo judicial, quais páginas deveriam ser removidas.
Em nota, o Facebook Brasil informou que “tem por política cumprir ordens judiciais para bloqueio de conteúdo desde que tenha a especificação do conteúdo considerado ilegal”.
Não informou, contudo, se retirará as páginas consideradas ofensivas por Gondim do ar. A empresa também afirma que, até o momento, não recebeu nenhum endereço eletrônico relativo ao conteúdo em questão.
A defesa de Luize Altenhofen não foi encontrada pela reportagem na tarde desta quinta-feira, 03, para comentar a situação.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Cerveja gelada em 45 segundos. É possivel?



Tecnologia promete gelar lata de cerveja em 45 segundos

Segredo da tecnologia Rapidcool, usada nos modelos V-Tex, é rotacionar recipiente a velocidade determinada, e colidir e reconstruir o vortex  Foto: Divulgação

Uma tecnologia chamada Rapidcool promete gelar uma lata de cerveja em apenas 45 segundos. Funcionando para garrafas e latas, leva o líquido da temperatura ambiente a 4°C e foi criada pela Enviro-Cool, uma empresa londrina que recebeu US$ 930 mil euros (cerca de US$ 1,2 milhão) da Comissão Europeia para a pesquisa, segundo o Daily Mail.



 Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

"Houve muitas tentativas de criar refrigeradores rápidos de bebidas. O problema sempre era o tempo que demorava para o líquido ficar realmente gelado. Se o resfriamento fosse muito rápido, as camadas externas do líquido congelavam, gerando um gelo fino que era inaceitável aos consumidores. A forma de evitar o congelamento era agitar o líquido durante o resfriamento, mas em bebidas gasosas isso causa explosões quando o recipiente é aberto", explica a empresa em seu site.

 Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

A novidade do V-Tex, nome comercial do aparelho que usa a tecnologia Rapidcool, é que ele rotaciona o recipiente a uma velocidade específica, o que evita a formação de bolhas. Além disso, a equipe notou que, se colidisse o vortex e o recriasse, evitaria que a parte externa do líquido gelasse mais rápido (e eventualmente congelasse) do que a parte interna.
O V-Tex tem três versões, uma comercial e duas doméstica. Essas última, chamadas V-Tex Compact e V-Tex Domestic, gelam recipientes de diferentes tamanhos, começando pelas meias-garrafas de vinho de 150 ml. Para garrafas long neck, o tempo de refrigeração é de 4 minutos, enquanto as de 500 ml demoram 6 minutos - as latas maiores demoram 48 segundos em média.

 Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

​Segundo a Enviro-Cool, o V-Tex reduz em 90% o consumo de energia em relação a refrigeradores comuns encontrados em supermercados. O Daily Mail diz que a energia na Europa gasta por estantes refrigeradas e geladeiras com portas chega a 85TWh por ano, o suficiente para alimentar 20 milhões de casas.

CYBERCRIME ja faz estragos de US$ 8 bilhoes no Brasil


Estudo: seis em cada dez brasileiros foram vítimas de crimes eletrônicos
Cerca de 60% dos brasileiros foram vítimas de crimes eletrônicos nos últimos 12 meses, o que equivaleria a aproximadamente 22 milhões de pessoas, segundo Relatório Norton 2013, divulgado pela Symantec, empresa especializada em segurança.

No Brasil, cerca de 45% dos adultos já caíram em algum tipo de crime eletrônico ou tiveram comportamento de risco nos últimos 12 meses. No caso de usuários de smartphones, quase seis entre dez já foram vítimas de golpes pelo dispositivo móvel.
Cerca de 49% dos usuários brasileiros de smartphone e 61% dos consumidores de tablets disseram possuir sistema de segurança online instalado em seus equipamentos.
CUSTO DO CYBERCRIME NO MUNDO (Em BilhÕes de US$)


Os Estados Unidos são o país com maior prejuízo; em seguida, está a China

Em relação ao último levantamento, o número de adultos no mundo vítimas de crimes eletrônicos caiu, mas o custo médio por vítima aumentou 50%. Enquanto no estudo de 2012 o valor era de US$ 197 (R$ 436), em 2013 ele passou a ser de US$ 287 (R$ 635). O custo líquido total do mundo foi de US$ 113 bilhões (R$ 250 bilhões). O número se refere aos danos diretos a pessoas e a empresas, como os relativos a fraude e roubo.
No Brasil, o custo líquido total dos crimes eletrônicos foi de R$ 18,32 bilhões. Cada vítima do cybercrime chega a perder R$ 831 (US$ 363). No relatório do ano passado, o valor tinha sido de R$ 16 bilhões anuais; já o custo por vítima tinha sido de R$ 562.
Para o estudo, foram entrevistados 13.022 adultos, com idades entre 18 e 64 anos, em 24 países: Austrália, Brasil, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, México, Holanda, Nova Zelândia, Polônia, Rússia, Arábia Saudita, Singapura, África do Sul, Suécia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Estados Unidos da América.